Placa 01 — A Casa
Trinta anos cuidando de quem construiu este país
A Vila Caju nasceu de uma casa de família e cresceu devagar, sempre no mesmo bairro, com a mesma ideia: que os dias passem com conforto, companhia e uma boa refeição.
Voltar ao inícioPlaca 02 — Nossa história
Como tudo começou
Em 1994, Dona Neuza Oliveira abriu a porta de sua casa na Rua Miguel Vieira Ferreira para receber três vizinhas que viviam sozinhas. Não havia placa na frente nem brochura para distribuir — apenas uma mesa posta, um quarto arrumado e muita conversa ao longo do dia.
Com o tempo, a família foi ampliando os cômodos e formalizar o que sempre foi natural: uma casa onde as pessoas mais velhas do bairro podiam passar o dia ou morar, com comida feita ali mesmo e gente conhecida ao redor.
Hoje, a Vila Caju tem três modalidades de convívio e uma equipe formada, mas o ritmo segue o mesmo de sempre — sem pressa, sem barulho, com as janelas abertas para o jardim e a mesa pronta nos horários de sempre.
O que nos move
Acreditamos que a qualidade de um dia está nos detalhes: o café que chega quente, o nome chamado pelo correto, o canteiro de hortelã cuidado na sexta-feira. Não prometemos muito — prometemos presença.
As famílias merecem informação clara e acesso fácil. Por isso mantemos bilhetes semanais, cartas mensais e a porta aberta das 09h às 20h, todos os dias, sem exceção.
Distâncias a partir da casa
- Praça central de Atibaia — ±200 m
- Ponto de ônibus mais próximo — ±80 m
- Mercado — ±300 m
Placa 03 — A equipe
As pessoas que estão aqui todos os dias
Regina Oliveira
Coordenadora da Casa
Filha de Dona Neuza, Regina cresceu vendo a casa funcionar e assumiu a coordenação em 2008. Conhece cada morador pelo nome, pelos gostos e pela hora que prefere acordar.
Fernanda Santos
Cuidadora Sênior
Com formação em gerontologia e onze anos na Vila Caju, Fernanda lidera a equipe de acompanhamento diurno e noturno e cuida dos registros e relatórios enviados às famílias.
Marcelo Alves
Cozinheiro e Programação
Marcelo é responsável pelas refeições e também organiza o grupo de caminhada e a roda de leitura. Na Vila Caju há sete anos, ele diz que o melhor horário do dia é o café da manhã.
Placa 04 — Padrões e rotinas
Como a casa funciona por dentro
Registro de rotinas
Na chegada de cada pessoa, fazemos um encontro de acolhimento para registrar horários, preferências, hábitos alimentares e os contatos da família. Esses dados guiam toda a equipe.
Cozinha própria
Todas as refeições são preparadas na cozinha da Vila Caju. Respeitamos restrições alimentares informadas pela família e trabalhamos com ingredientes frescos do mercado local.
Presença noturna
Na Ala Atlas, a equipe de acompanhamento permanece na casa durante a noite. Os moradores sabem que há alguém disponível a qualquer hora, sem precisar pedir ajuda a um estranho.
Privacidade e dados
As informações pessoais e de saúde compartilhadas pelas famílias ficam em arquivo interno restrito, acessado somente pela equipe diretamente envolvida no acompanhamento.
Higiene e arrumação
Os quartos são arrumados diariamente e a roupa de cama é trocada na frequência acordada com cada pessoa. A lavanderia faz parte de todas as modalidades residenciais.
Comunicação aberta
Se algo não estiver bem, a família é a primeira a saber. Ligamos antes de mandar carta e preferimos conversar pessoalmente sempre que possível.
Placa 05 — Sobre moradia para adultos maiores
O que uma boa residência pode oferecer no dia a dia
Uma residência para adultos maiores bem conduzida faz poucas promessas e cumpre muitas rotinas. O café da manhã no horário certo, o colchão com a firmeza pedida, a enfermeira conhecida pelo nome — são essas coisas pequenas que fazem a diferença entre passar os dias num lugar e realmente morar num lugar.
Em Atibaia, o clima mais fresco da serra e o ritmo de cidade de interior favorecem esse modo de vida. A praça central, acessível a pé, e os mercados do bairro permitem que quem mora na Vila Caju mantenha a ligação com o comércio local — uma caminhada curta que muitos apreciam ao longo da semana.
Famílias que buscam uma residência para um pai, uma mãe ou um avô encontram na Vila Caju uma estrutura pequena o suficiente para que todos se conheçam, e organizada o suficiente para funcionar com regularidade. Não há fila de espera para atenção — cada pessoa recebe o tempo que precisa.
O programa diurno atende quem mora com a família mas precisa de companhia e atividade durante o dia útil. A estada temporária serve quando a família viaja ou há uma necessidade pontual em casa. E a moradia permanente é para quem quer um lugar próprio, com privacidade e presença constante ao redor.
Placa 06 — Próximo passo
A família é bem-vinda para vir conhecer
Marcamos uma visita, mostramos a casa, respondemos as perguntas e conversamos sobre a situação com calma. Sem pressão e sem compromisso.
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